sábado, 28 de abril de 2007

Sem titulo

... ele costumava se sentar à beira da estrada
e não pensar em nada, para não chorar
e quando uma lagrima insitia em se derramar
erguia-se ao som daquela chuva, cheia de trovoada

sonhos em um caixa (soltar)
ouvidos sempre como em uma esfera
logo chegaria uma, a quem espera
como o estrelado céu (brilhar)

uma bola de cristal
sempre gostou de cantar
(ainda criança aprendeu a sonhar)
como naquela noite, natal

em que o vento entrou (correr)
[e o som do espaço era amargo]
com gosto de morango
uma verdade lhe ocorreu (haveria de sofrer)

Nenhum comentário:

Postar um comentário