quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Verdades ilícitas.

Eu descobri o Amor na figura mais afastada.

E nadei com esse amor metafísico pelos

Mais eloqüentes devaneios

E ainda hoje me sinto adormecido…


Quando o via me derramava em silêncio

Juntos aos seus pés hipnóticos…

escuso dos olhares mais perspicazes.


Ao percorrer com olhar

Suas formas tão divinas

E ao tocar com a mente cada canto de seu corpo amável

Flutuava em minha mais cobiçada utopia.


Em sua presença eu era o contraste do perdido…

Com sua ausência eu era uma verdade escondida…


Com seu toque involuntário eu era infinitamente feliz.

Com seu toque involuntário sentia-me eternamente solitário…

Perdia-me justamente onde me encontrava…

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