segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Jannie (acrostico nº 4)

Já não sentia o

Ar, ou se escondia

Naquelas esplendorosas

Nuvens de solidão

Ia sempre em frente, escutando contente

Enquanto ouvia o som de seu coração.


Felicidade constante

Reluziu no horizonte

Agarrada à alegria

Necessitada de euforia

Clamava e destingia

Inenarrável vontade lhe vinha

Água de chuva

Néctar de uva

Nave de magia.

Encontro de noite, tarde, madrugada e dia.


Guerras de fadas

Uivos de lobos

Insensível melancolia

Mar e drama

Algo chama os

Raios de sol, da luz do seu dia

A vontade do homem, o desejo sem nome apenas

Ela tinha.

Sorriso, alma, sonho... poesia.



Henrique Santana C.

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