segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Perda

E o sonho eu vi

Fugir dele Sem sorrir

Uma estrondosa explosão

Qualquer um pode ouvir


Subiu aos céus,

Tão rápido

Sentiu-se no fim


Ele não estava ali

O verso era impertinente

Nada a pedir

Um sonho consoante


Quando ele voar

Verá então

Que a verdade que perdeu

Esteve sempre ali


Um moinho

Cata-vento de tempos em si.


O porvir

O sentir…


O Som que se acumula

Em sua mente…

O faz pensar

Em tudo que…


Fuja daqui

Enquanto o mundo adormece

Vá por ali

Quero ficar assim… aqui… em mim… olhando…

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