sexta-feira, 25 de julho de 2008

nO SenSe

Sabe de uma coisa? Eu nao sei o que postar aqui.
Poemas cansam, néam? Mas tudo bem.
Vamos fazer de conta que logo logo eu começo a postar crônicas, críticas ou relatos cotidianos, e trasforme isso em algo menos inutil.

Legal, néam?

Mas enfim. Engenharia de Som é algo legal, quero fazer esse curso.

Ponto.

Mas na verdade, o que quero mesmo é comer o bolo que o Méqui fez pra gente... mas isso só daqui algumas horas.

Enfim.


BUUU!

ASHAUSHASUAHSUAS

---- Amassados como sardinhas enlatadas.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Engano

Estou apenas tentando,
Não decifrar
O sentido em amar.

Apenas voando,
Por entre as ondas do oceano.
Pra beber do que não quero enxergar.

Mas eu tenho um plano,
Respirando por entre sombras e desesperos...

Eu só tenho um sonho;
Em teu desejo, ou meu chorar: nosso engano.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Processando

- Um romance em produção;
- Um livro de poemas em conjunto a ser lançado;
- Situação no ensino médio: shit;
- Situação no curso tecnico: good;
- Amigos: os melhores;
- Férias: no fim;
- Orkut? Indisponivel.

Leitores do nada, o blog está reaberto.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Verdade

Basicamente a verdade é assim:

Uma hora tudo é certo,

O que é errado pode ser ruim.

Poder?

Sei lá, mas queria poder fazer alguém ver.

Ver a estrela que um dia sonhei,

Em meio a lagrima que em horas chorei.

Chorar?

Felicidade é saber cantar.

Enquanto o mundo grita lá fora,

E a tristeza, por vergonha, chora.

[in]Certeza

Se eu estiver certo

O futuro será cinza

E marrom.


Um pesadelo

O sonho arteiro

Como aquele carro, em chamas.


Feche e abra mais uma vez

Sinta o frio matutino e

O calor da noite


Abra os olhos e

Enxergue o avesso.


O que fazer?

Agora que o desespero pegou

Todos em um.


E ainda tem

Aquele Cara

Dizia-se tão poderoso e não veio não


Deu-nos as costas

E nada mais.


Gosto de pensar assim

Essa liberdade…

Cruelmente

Linda…


Mas depois a lama

Se juntou

Ao drama.


E eu vi

Um sonho se partir

E o medo


E o medo?


O medo

A rugir.

E foram felizes para sempre.

[i]Real

I


Verdade

E se aquilo for real?

Nenhum segredo a ser guardado.

Um monte de fotografias

Sem mim ou você


Um momento de loucura qualquer

Uma dança em câmera lenta

Um movimento


Dance, dance

Para mim

Existe uma saída ali

Mas você quer ficar aqui


Foque

O medo

Sinta

O desejo


Eu não sei o mais o que escrevo

E você?

Mas e se tudo for real?

II


Venha cá,

Pro meu lado

Não me tome como louco.

Vem aqui,

Todos os homens

E as crianças

Verdades venham ver

Um garoto se quebrar


Vem cá, se você pode ser

O que desejar

O que você tanto quer


Poder


Em seu mundo fechado

Nesse esgoto gritante

Não se esqueça tão fácil


Daqui pra

Frente

Eu sou

O rei

Em um fantasmagórico

Cavalo branco


Sorria

Sentia

Chova e corra


Sou a

Ordem

O alarme.

Uma madrugada e meia

Ah, mas sou só eu quem te ama.

Todos os outros amores darão

Por fruto

O abandono, como o esgoto mesclado à lama.

E tu bem sabes como meu desejo

Faz do imenso mar

Pequena onda.


Oras, basta com tudo.

Aprendas tu também a virar as costas

Para o vasto mundo

Escreve em teus sentidos o sentido de ser

E apenas permita-se estar

Pára com essa historia de que amor não há.


O que não há é o dever

O que parece existir é sempre o por que.

E sabemos muito bem

Qual é

O nosso querer.


Desejamos apenas ser.

Eu só desejo você,

E teus olhos sempre me chamam

Para contigo ter.


Esqueça o teu medo

E se prende a mim

Façamos de todo esse desejo

Uma madrugada e meia

De horas sem pressa

Com pura demora

Em nosso amor sem fim.

Ahh...

Ah, se você soubesse

Como me enlouquece

Teu jeito de olhar.


E, se você me notasse,

E me abraçasse

Como a lua ao mar.


Tudo seria perfeito,

Como o gosto do beijo

Que vivo a imaginar


Sons, luzes e cores.

Dois nomes, dois amores,

Em um mesmo lugar.


Sim, me chama

E Me ama

Fala que sou seu.


Aperta-me em teus braços

Faz-me dançar em teus passos

Promete que sempre seremos apenas um Eu.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Desejo[s]

E havia um desejo,

Caramelado com o pesar de um beijo.

E teus dedos morenos transitavam por entre meus cabelos,

Um doce afago, silenciando um arteiro ensejo.


E também aquele som.

O timbre da tua voz me dava o tom,

Como o encontro do sol e da lua:

Teu olhar molhado de alegria, tua pele nua.


Como ar que me sustenta,

O teu amor me alimenta.

No ritmo da água, um suspiro.

No encontro dos olhos o delírio.


Não há nada a temer.

Tudo somos nós

E o nós só quer sentir.

Pra quê negar o anseio?


Se na verdade tudo que eu desejo, é o que você quer de mim.