sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Título:

nem parece que foi ontem que o acontecido aconteceu
nem parece que o esperado num instante desapareceu
nem parece que foi lá
nem me parecia ser um lar

mas por favor
não me faça perder meu tempo
a cada hora e a cada momento
que eu desperdiço com você
não sei se no fim tudo vai voltar

nem parece que o que aconteceu repercutiu demais pra mim
nem parece que minhas lágrimas tiveram fim
nem parece que eu chorei
nem parece que eu quis chorar

mas por favor não me faça perder meu tempo
A cada hora e a cada momento
Que eu desperdiço com você
Não sei se no fim tudo vai voltar

domingo, 19 de dezembro de 2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dear Santa

Now i lay down to sleep

Hoping you do a spell

Wich make my dream come true

And bring me the Love

Air and Honey


- Oh, well...

domingo, 12 de dezembro de 2010

Avici

Não há ninguém lá....

Não há ninguém lá...

Não há ninguém lá..

Não há ninguém lá.


Para te ouvir
E abraçar

Quando suplicar.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Paradise Circus

E foi no começo do terceiro mês

Ao fim da noite-dia



O holofote focou a sombra

E o malabarista escondeu a lona



Porque no rosto do palhaço de maquiagem escura

O desenvolto mágico escondeu

Na lágrima de tinta

O calar frio da ternura


- Love still you

- Love still me


E a aconteceu dos animais tristes aprenderem a sorrir

Lá no canto, cabisbaixa, a Oitava olhou o céu desenhado

Abdicando o sentir.


- Hate is not hating

- And Love still me


Enquanto o vidro era mastigado

O calar sufocante e amargo

Fez Oitava força o riso a rir


Porque a Primeira,

Por quem enamorada estava

Por outras três abandonou a Oitava

Pintando o cenário onde ela devia fugir


E Oitava aprendeu o sete

Do seis ao cinco, fez de sua alma marionete

E viu a Primeira partir


Porque lá no fundo ela cantava

Chorava e se perguntava


- Love still love

- Red who

Why you

Not me?


E o então se abraçou.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Ehyeh-Asher-Ehyeh

Eu sou
O poeta das palavras bonitas
Das rimas bem desenhadas
Do falar moderado e sensível
Que, debochando, faz da vadia namorada.

Relatando caricias da bola de cristal
Filosofando a vida de caneta
Fazendo do incerto o banal.

Porque eu sou o que sou
E por ser poeta sou assim:

Rimando sem vontade
Dizendo meia-verdades

Cativando o leitor
Ao vomitar carmesins.