quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Ehyeh-Asher-Ehyeh

Eu sou
O poeta das palavras bonitas
Das rimas bem desenhadas
Do falar moderado e sensível
Que, debochando, faz da vadia namorada.

Relatando caricias da bola de cristal
Filosofando a vida de caneta
Fazendo do incerto o banal.

Porque eu sou o que sou
E por ser poeta sou assim:

Rimando sem vontade
Dizendo meia-verdades

Cativando o leitor
Ao vomitar carmesins.

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